Babilônia – Para Refletir

“Sede Santos porque Eu sou Santo” 1ª Pd 1:16
“Abstende vos de toda a aparência do mal” 1ª Ts 5:22

Estive pensando um pouco sobre o frenesi que os “evangélicos” estão vivendo, frente ao anúncio da novela global intitulada “babilônia”. Já li inúmeros comentários de crentes sobre a tal novela nas redes sociais. Agora o que me causa estranheza é como crentes estão apavorados e assustados Leia mais

Seja um influenciador de sua família

Um homem temente a Deus é uma arma tremenda nas mãos de Jesus. Portanto se você sabe exatamente quem você é e o que está fazendo aqui, pode perceber as pessoas sem orientação de Deus, arriscando perder a identidade familiar, devido à influência das tradições e paixões dominadoras do mundo. Leia mais

Criança transgênero? Pare o mundo, quero descer!

Li, há poucos dias — estarrecido —, a notícia (dada com muito destaque pelo portal UOL) a respeito de uma criança argentina de apenas 6 anos cujos pais conseguiram “mudar” seu sexo. O desejo do garoto foi prontamente atendido pela mãe e acatado pelas autoridades de Buenos Aires. Manuel, aos 4 anos, resolveu que deveria ser uma menina, e sua mãe, então, passou a chamá-lo de Luana ou Lulu.

O site UOL apresenta o acontecimento como uma grande conquista e afirma: “Os pais da garotinha argentina conseguiram autorização do governo de Buenos Aires para que a filha trocasse sua identidade no DNI, o RG da Argentina. Ela será a primeira criança transgênero a obter esse feito no país”. Wow!

Mas o trecho da reportagem mais estarrecedor é este: “Foi assistindo a um programa de TV sobre uma menina transgênero que Gabriela [mãe do menino Manuel] diz ter compreendido o que se passava com a filha e buscou ajuda. ‘Ao aceitar que meu filho não era o filho que eu dei à luz, mas sim uma menina, aceitei sua identidade e me coloquei ao seu lado’, disse a mãe de Lulu”.

Diante do meu estarrecimento, alguém poderá dizer que sou fundamentalista, preconceituoso ou homofóbico. Mas, responda-me, por favor: Que maturidade tem uma criança de 4 anos para decidir que, a despeito de ter nascido fisiologicamente homem, é uma mulher? Pelo amor de Deus, onde está o bom senso e a inteligência dessa gente?! Afinal, sabemos que um infante é facilmente manipulável — como se fosse barro ou massa de moldar — e pode ser convencido de qualquer coisa, sobretudo se tiver apoio dos pais.

Segundo a Bíblia — sim, a Bíblia, que muitos desprezam e zombam dela sem nunca a terem lido —, cabe aos pais, se estes tiverem juízo, ensinar o menino no caminho em que deve andar (cf. Provérbios 22.6). No caso em apreço, é evidente que os pais são os responsáveis pela “mudança” de sexo do garoto Manuel. E é lamentável que a grande mídia aplauda essa conduta. #ProntoFalei, quer gostem, quer não gostem.

Ciro Sanches Zibordi

Davi e Bate-Seba O pecado de adultério

Qualquer desobediência da palavra de Deus é pecado. Jamais devemos sugerir que há pecadinho e pecadão. Mas, nesta vida, alguns pecados levam a conseqüências maiores. Alguns pecados machucam outras pessoas mais profundamente do que outros. Alguns causam seqüelas desastrosas e irreversíveis. Não é por acaso que o adultério sempre se encontra entre os piores dos pecados, tanto nos olhos de Deus como entre os homens.

Deus não nos deixa sem defesa contra este pecado destruidor de vidas. Além de várias advertências bíblicas, há diversos exemplos de como o adultério complicou a vida de pessoas que o praticaram, e de suas vítimas inocentes. Um exemplo clássico é Davi, o segundo rei de Israel. Vamos aprender as lições valiosas deste tropeço triste na vida dele.

Erros que levaram Davi ao pecado

Quando uma pessoa se entrega à tentação, pode se encontrar numa situação praticamente impossível, onde não tem força para resistir. É essencial aprender  como evitar essas situações difíceis. O exemplo de Davi sugere algumas coisas que vão nos ajudar. (1) Devemos nos dedicar ao papel que Deus nos deu. Davi não se ocupou com seus próprios deveres. 2 Samuel 8 e 10 mostram que Davi era um guerreiro bem-sucedido. De fato, seu papel como um dos primeiros reis era de comandante do exército de Israel. Ele corajosamente conduziu suas tropas a vitória após vitória. Mas, num determinado ano, Davi ficou para trás e mandou Joabe e seus servos à batalha (2 Samuel 11:1). Enquanto muitos dos homens de Israel arriscaram a vida na guerra, ele ficou na casa do rei em Jerusalém. Hoje, um dos fatores que contribui ao pecado é falta de ocupação e dedicação em nosso trabalho. Homens desempregados mostram uma tendência maior de se envolver numa série de pecados, incluindo adultério, abuso de álcool e outras drogas, etc. Jovens ociosos tendem a se envolver em coisas erradas, por ter muito tempo livre. Mulheres sem responsabilidade participam mais das coisas do Adversário (1 Timóteo 5:13-15). (2) Não devemos alimentar pensamentos errados. Uma vez que Davi se colocou no lugar errado, ele foi tentado. Ele viu Bate-Seba, uma mulher bonita, tomando banho (2 Samuel 11:2). Neste momento, ele deveria ter virado os olhos para outra coisa, procurando não pensar mais na imagem do corpo da mulher de outro. Nós não devemos hospedar pensamentos maus, porque levam às consequências graves (Jeremias 4:14; 6:19). O domínio próprio, uma das características fundamentais do servo de Deus, inclui a disciplina para controlar nossos próprios pensamentos (Gálatas 5:22-23; 2 Pedro 1:6; Filipenses 4:8-9; 2 Coríntios 10:4-6). É bom lembrar que um passarinho pode passar por cima da nossa cabeça, mas não temos que o convidar a fazer ninho em nossos cabelos. (3) Devemos respeitar as advertências sobre o pecado. Davi ignorou, pelo menos, três advertências contra seu pecado, antes de ter relações com Bate-Seba. Primeiro, como conhecedor da palavra de Deus, ele sabia que sua cobiça e o ato de adultério são pecados contra Deus. Mesmo entre dois solteiros, tais relações são erradas. Segundo, ele já era casado, e o compromisso de casamento deveria ter sido mais um impedimento. Quantos homens têm evitado o pecado de adultério por causa de uma aliança ou fotografia da esposa, os lembrando do compromisso matrimonial na hora de tentação? Terceiro, ele sabia, antes de a convidar para casa, que Bate-Seba era mulher casada (2 Samuel 11:3). Nós devemos sempre respeitar as advertências sobre o pecado e suas conseqüências, antes de cometê-lo. (4) Não devemos procurar circunstâncias que facilitam o pecado. Davi estava no lugar errado e pensou nas coisas erradas. Cada passo o levou mais perto do relacionamento pecaminoso que ia piorar a vida dele e de outras pessoas. Quando ele perguntou sobre Bate-Seba e a convidou para a casa dele, ele se colocou numa situação onde a tentação seria mais forte ainda. Ele já sentiu atração de longe, como resistiria quando estava a sós com ela? Há muitas lições aqui. A pessoa que sente a tentação de usar drogas deve ficar longe dos lugares onde as tem, e das pessoas que as usam. A pessoa tentada a beber deve evitar bares e festas onde servem bebidas alcoólicas. Um casal de namorados deve evitar lugares escuros e isolados, e jamais deve usar roupas sensuais ou participar de atividades que enfatizam o sexo.

Como Davi multiplicou o seu pecado

Uma série de erros e pecados mentais levou Davi ao ato de adultério. A Bíblia não oferece nenhuma cena romântica para justificar o erro. Simplesmente diz: “Então, enviou Davi mensageiros que a trouxessem; ela veio, e ele se deitou com ela” (2 Samuel 11:4). Muitos filmes e novelas de hoje procuram colocar o pecado no contexto de romantismo e “amor” inegável. Procuram fazer do pecado alguma coisa bonita e agradável. Mas, as Escrituras relatam os fatos. Ela veio, e eles pecaram. Neste momento, Davi deveria ter sentido remorso profundo e tristeza sincera. Mas, ele não virou para Deus naquela hora. Achou que o pecado poderia ser escondido, e as conseqüências evitadas. Foi o começo de uma série de pecados que parecem tão estranhos na vida de um homem escolhido por Deus.

Ao adultério, Davi acrescentou mentiras. Quando soube que Bate-Seba estava grávida, ele chamou Urias para descansar em casa com a esposa. Ele achou possível esconder seu pecado, enganando o próprio marido traído. Mas Urias não facilitou o plano de Davi. Um soldado dedicado, ele recusou tirar férias quando os colegas estavam na batalha. Frustrado, Davi avançou das mentiras ao homicídio. O próprio Urias levou a carta que selou a morte dele e de mais alguns soldados. Neste plano sinistro, o rei envolveu mais uma pessoa. Joabe, o comandante do exército, serviu de cúmplice sem saber os motivos de Davi. As tentativas de esconder o pecado geralmente levam o pecador ao fundo do poço. Davi, cujo coração costumava ser dedicado ao Senhor, se entregou ao pecado e à vontade do diabo.

Não escondeu nada de Deus

Talvez Davi conseguiu enganar os vizinhos, e até o próprio coração. Mas, ninguém é capaz de esconder de Deus. “E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas” (Hebreus 4:13). Deus mandou Natã, um profeta, para confrontar Davi com seu pecado (2 Samuel 12:1-14). Ele contou a história de um homem pobre que perdeu sua única ovelha por causa da maldade do vizinho rico. Davi ficou bravo, e demandou o castigo duro do ladrão. Falou que este homem teria que pagar quatro vezes o valor da ovelha, e que seria morto pelo crime. Natã disse a Davi: “Tu és o homem.” Ele o acusou de pecados contra Deus, contra Urias, e contra Bate-Seba. Davi confessou o pecado, e Deus lhe poupou a vida.

O arrependimento sincero

Há algumas diferenças notáveis quando comparamos a confissão de Davi com outras famosas confissões na Bíblia. Adão e Eva procuraram culpar outras pessoas para justificar sua desobediência (Gênesis 3:12-13). Caim mentiu para Deus, tentando negar sua culpa (Gênesis 4:9). Arão apontou o dedo para o povo, e fingiu que o bezerro de ouro tinha aparecido praticamente sozinho (Êxodo 32:21-24). Saul disse que tinha obedecido a palavra de Deus. Depois, quando reconheceu sua culpa, ele se preocupou em manter sua posição de honra perante o povo, em vez de mostrar um espírito quebrantado (1 Samuel 15:13,24,30). Judas sentiu remorso e confessou sua traição, mas fugiu da presença de Jesus e se suicidou (Mateus 27:3-5). Mas o arrependimento e a confissão de Davi foram diferentes. Davi não ofereceu desculpas. Ele não perguntou sobre as conseqüências. Ele se entregou nas mãos do Deus justo, e simplesmente confessou a culpa do pecado cometido: “Pequei contra o Senhor” (2 Samuel 12:13). O Salmo 51 mostra a profundidade do remorso de Davi. Ele assumiu plena responsabilidade pelo pecado, e pediu a ajuda de Deus para renovar seu coração. É este arrependimento que Deus quer. O pecador que volta para Deus precisa reconhecer seu pecado, e não retornar fingidamente (Jeremias 3:10,13).

Consequências do pecado perdoado

Deus não tirou a vida de Davi. Ele foi perdoado, mas ainda tinha que sofrer muitas consequências graves. Ele foi humilhado quando um dos próprios filhos tomou algumas de suas mulheres. E, como Davi falou que o ladrão do cordeirinho deve pagar quatro vezes, ele mesmo pagou quatro vezes. Tirou a vida de Urias, e pagou com a vida de quatro de seus filhos. O filho de Bate-Seba nasceu, e morreu logo depois (2 Samuel 12:15-25). Depois, Amnom foi morto pela espada de Absalão (2 Samuel 13:23-36). Joabe matou o rebelde Absalão (2 Samuel 18:9-18). Depois da morte de Davi, Salomão mandou que Adonias fosse morto (1 Reis 2:13-25).

As consequências do pecado de Davi mostram um fato importante. Deus pode perdoar o pecador, sem tirar todas as consequências do pecado. Há muitas pessoas arrependidas de seus pecados que ainda vão ficar muitos anos encarceradas. Há famílias destruídas por causa de pecados já confessados e perdoados por Deus. Deus pode perdoar um assassino, mas este perdão não ressuscita a vítima. Ele pode perdoar a mãe que abusou álcool ou outras drogas durante sua gravidez, mas a criança que nasceu com defeitos físicos ou mentais por causa desses vícios continua sofrendo. Deus é capaz de perdoar as mulheres e médicos que fazem abortos, mas as crianças já mortas nunca nascerão vivas. Muitos outros exemplos provam que o pecador perdoado, ou suas vítimas, podem continuar sofrendo depois do perdão. Através da fé, arrependimento e batismo, Deus lava os pecados e nos purifica. Assim, escapamos das consequências eternas do pecado. Mas, às vezes, continuamos sofrendo as consequências temporâneas dos erros do passado.

Como Deus vê o adultério

O adultério tem se tornado um pecado comum e até glorificado em novelas, filmes, livros e revistas. Mas, desde a criação do primeiro par de seres humanos, Deus sempre tem ensinado a mesma coisa. As relações sexuais pertencem exclusivamente ao casamento lícito. Ele sempre condena a fornicação e o adultério. A vontade de Deus para os dias de hoje é bem clara: um homem pode casar com uma mulher, e os dois terão relações normais até a morte. Estude bem as seguintes passagens: Mateus 19:4-6; Romanos 7:2; 1 Coríntios 7:1-9; Hebreus 13:4. Enfrentamos tentações, como Davi as enfrentou. O próprio Deus considerou Davi “homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade” (Atos 13:22). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Quando respeitamos a vontade de Deus, receberemos as grandes bênçãos de felicidade nesta vida, e por toda a eternidade.

por Dennis Allan

Como criar um criminoso

A Bíblia nos ensina em Provérbios 22.6: “Ensina a criança no caminho que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” A chefia de polícia de Houston, Texas (EUA), publicou as seguintes diretrizes irônicas sobre a educação de filhos:

Como posso conduzir meu filho a caminhos errados?

  1. Desde pequeno, dê ao seu filho tudo que ele deseja.
  2. Ache graça quando seu filho disser palavrões, pois assim ele ficará convencido da sua originalidade.
  3. Não lhe dê orientação espiritual. Espere que ele mesmo escolha “sua religião” depois dos 21 anos de idade.
  4. Nunca lhe diga que ele fez algo errado, pois isso poderia deixá-lo com complexo de culpa.
  5. Deixe que seu filho leia o que quiser… A louça deve ser esterilizada, mas o espírito dele pode ser alimentado com lixo.
  6. Arrume pacientemente tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, meias. Coloque tudo em seu lugar. Assim ele se acostumará a transferir a responsabilidade sempre para os outros.
  7. Discuta freqüentemente diante dele, para que mais tarde ele não fique chocado quando a família se desestruturar.
  8. Dê-lhe tudo em comida, bebida e conforto que o coração dele desejar. Leia cada desejo nos seus olhos! Recusas poderiam ter perigosas frustrações por conseqüência.
  9. Defenda-o sempre contra os vizinhos, professores e a polícia; todos têm algo contra seu filho!
  10. Prepare-se para uma vida sem alegrias – pois é exatamente isso que o espera!

Quem “educar” seus filhos dessa maneira, realmente deve esperar anos difíceis, pois a Bíblia diz em Provérbios 29.15b: “…a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. Aquele, entretanto, que seguir a Palavra de Deus na educação, experimentará o que diz Provérbios 29.17: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma.” (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

Norbert Lieth É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.

Como apreciar sua esposa

30 dicas para o marido fazer que demonstram apreciação à esposa.

Depois de ter escrito o artigo Como apreciar seu marido, onde meu marido e outros amigos listaram o que eles gostam e, inclusive, o que gostaria que eu fizesse mais para que ele se sentisse apreciado, eu disse alto e em bom tom que “agora vem a vingança!” Nem preciso dizer que meu marido caiu na gargalhada.

Pois bem, chegou a hora de nós mulheres listarmos o que os maridos fazem ou dizem que nos fazem sentir apreciadas. Depois de conversar com muitas amigas, sim, as esposas daqueles amigos, aí vai a lista das coisas, pequenas e grandes, que os homens podem e devem fazer se quiserem suas esposas felizes fazendo tudo da outra lista. É bom lembrar que mais do que reciprocidade, se tratar bem sua esposa, ela será um anjo e companheira, e o maior ganhador será você mesmo.

  1. Deixar o trabalho no trabalho e dar atenção à esposa e à família quando chegar em casa.
  2. Dar flores por nenhuma razão específica, mas apenas para dizer “Eu te amo”.
  3. Colaborar para manter a casa limpa, cozinhar e ajudar no que for necessário, principalmente se a esposa também trabalha.
  4. Fazer o possível para deixar a tampa do vaso do banheiro abaixada, mas limpa.
  5. Respeitar suas opiniões e entrar num acordo incluindo-as.
  6. Planejar encontros com pequenas surpresas.
  7. Deixar bilhetes românticos antes de sair para o trabalho.
  8. Verificar as portas e janelas da casa se estão trancadas antes de dormir, ou seja, assumir o papel de protetor da família.
  9. Cobri-la à noite caso esteja frio e sua coberta estiver fora da cama.
  10. Agir como “Homem” nas situações que exigem coragem e honestidade.
  11. Quando estiver pronto para a sessão “beijos e abraços”, tenha certeza de estar perfumado e com os dentes escovados.
  12. Colocar em prática o poder de seu toque. O toque produz oxitocina, um hormônio que diminui o estresse e aumenta a confiança, seja através de suas mãos, abraços, beijos.
  13. Estar interessado no que ela tem a dizer e prestar atenção em suas ideias. Olhar no olho, conversar.
  14. Jamais diminuir a mulher, principalmente em frente às outras pessoas.
  15. Planejar momentos a dois e lutar para fazer acontecê-los demonstra que você a ama e quer passar seu tempo com ela.
  16. Pedir desculpas quando errar e saber perdoar quando ela erra.
  17. Ser grato por sua dedicação à família e a tudo que faz, e ajudá-la sempre que possível.
  18. Demonstrar que a aprecia mais por ações que por palavras.
  19. Sempre lembrar de datas importantes, como aniversário, aniversário de casamento e outras.
  20. Ser um pai presente, passar tempo de qualidade com os filhos.
  21. Ser um pai unido à mãe nas decisões relacionadas aos filhos.
  22. Elogiar sua aparência, mesmo de manhã, com a cara amassada e o cabelo despenteado.
  23. Querer ficar mais na cama com ela pela manhã.
  24. Não apressá-la.
  25. Mandar um SMS sem motivo, somente para dizer coisas boas.
  26. Ser carinhoso, abraçar e beijar, mesmo quando não estiver interessado em sexo.
  27. Incluir a esposa quando faz planos para o futuro.
  28. Correr do trabalho para casa, porque está com saudade da família e fazer do seu lar um refúgio.
  29. Preocupar-se com sua saúde e agir para cuidar da mesma.
  30. Fazê-la sorrir, com uma brincadeira, ou com um sorriso maroto. Detalhe, o sorriso terno também a fará sorrir.

Confesso que foi mais fácil arranjar 30 itens a partir dos homens quando disseram o que suas esposas fariam para se sentirem mais apreciados do que a lista das mulheres. Isso pode ter duas explicações:

  1. Os homens estão muito carentes e nós esposas precisamos demonstrar mais nossa apreciação por eles ou;
  2. As mulheres são mais fáceis de agradar que os homens ou muitas ainda pensam que somente os homens precisam fazer muitas coisas.

De qualquer maneira, se ambos estiverem dispostos a fazer ou melhorar em algumas coisas dessa lista, tenha certeza que a chama se manterá acesa, que o convívio progredirá e muito, e que, mais do que nunca, seu casamento será um sucesso, pois a comunicação fluirá como deve, e, consequentemente, todas as outras coisas necessárias à felicidade estarão presentes. Comece hoje a apreciar sua esposa e o casamento!

 

 

Fonte:

http://familia.com.br/como-apreciar-sua-esposa

Chris Ayres é mãe, esposa, escritora e fotógrafa, com formação em Psicologia e ESL Writing/Publishing.

É gerente geral do site Familia.com.br, acredita que a palavra tem força para mudar o mundo, que há uma mensagem divina desde o nascer ao pôr-do-sol, e que a família é o centro de tudo e, principalmente, quem somos.

Para contatá-la, visite sua fanpage ou seu website.

Website: www.chrisayresauthor.com/

 

 

Divórcio e Novo Casamento: Os Quatro Regimes de Divórcio na Bíblia

Embora a Bíblia não trate de casos específicos de divórcio, temos alguns “regimes” ou casos genéricos delineados que ajudam muito na análise das diversas situações. Muitos erros de interpretação resultam da aplicação dos textos em casos que não se enquadram no regime respectivo.

Regime da lei
Em primeiro lugar, devemos examinar o que a lei de Moisés dizia sobre o divórcio. O único texto da lei que trata especificamente do divórcio está em Deuteronômio 24.1-4.
“Se um homem tomar uma mulher, casar-se com ela, e esta depois deixar de lhe agradar por ter ele achado nela qualquer coisa indecente, escrever-lhe-á uma carta de divórcio, e lha dará na mão, e a despedirá da sua casa” (v.1).O que nesse trecho se traduz por “coisa indecente” é uma palavra hebraica que aparece somente uma vez em toda a Bíblia, e aqui o tradutor a chamou de “coisa indecente”; porém, como a palavra não aparece em outro lugar, gerou-se certa confusão para o povo de Israel. O que quer dizer, exatamente, coisa indecente (ou vergonhosa em algumas traduções)? Qual é o alcance dela?
Diante disso, formaram-se várias escolas de interpretação, que foram passando de geração em geração, até chegar aos mais renomados intérpretes da lei, que foram, de um lado, Hillel (o Gamaliel de Atos 5.34 era neto de Hillel), e, do outro, Shamai. Esses dois rabinos, muito respeitados, eram os que tinham maior autoridade na interpretação da Bíblia. É importante saber que, embora todo o povo devesse ler as palavras da lei, cada um na sua casa e para sua família, havia uma orientação na própria Escritura para que, se alguém tivesse dificuldade para interpretá-la ou um caso de difícil resolução, devia ir perguntar aos sacerdotes e aos anciãos e, de acordo com sua orientação, dar a questão por resolvida (Dt 17.8-11; veja também Ag 2.11; Ml 2.7).

Não é difícil imaginar que muitos casos envolvendo separação de casais fossem levados aos rabinos e entendidos na lei. Porém lá também encontraram divergências.
A escola de Hillel era uma escola bem liberal e, basicamente, interpretava essa palavra por qualquer coisa que incomodasse ao esposo. Conseqüentemente, os que seguiam a sua interpretação permitiam o divórcio por qualquer motivo. Por outro lado, Shamai era o representante de uma escola mais restrita e interpretava essa palavra como “fornicação”; para ele nenhum outro motivo era justificado para autorizar o divórcio.

O Regime Ordinário
Olhando agora o Novo Testamento, encontramos as palavras de Jesus sobre o divórcio nos três evangelhos sinópticos (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12; Lc 16.18).
Os judeus queriam saber a posição de Jesus sobre o divórcio em relação às duas escolas rabínicas: ele era a favor da opinião liberal de Hillel ou da linha mais severa de Shamai?
Se tivéssemos somente a resposta de Jesus registrada nos evangelhos de Marcos e Lucas, poderíamos interpretá-la assim: “Não sou a favor nem de um nem de outro; voltem ao propósito original de Deus que não admite divórcio em hipótese alguma (o que Deus ajuntou não o separe o homem)”.
O que podemos afirmar, entretanto, é que essas passagens tratam do regime ordinário, ou seja, do casamento à luz do plano de Deus antes do pecado, e que define a norma para os casamentos no regime da Nova Aliança. De acordo com o texto em Marcos, que é mais completo, essa norma pode ser resumida da seguinte forma:
Primeiro: qualquer que repudiar a sua mulher e se casar com outra adultera;
Segundo: o que se casar com a repudiada adultera;
Terceiro: se a mulher repudiar a seu marido e se casar com outro, adultera.
A atitude do discípulo de Jesus não deve ser de buscar uma brecha, uma permissão nas Escrituras ou nas palavras de Jesus para justificar o divórcio. Devemos crer que a obra perfeita de Jesus permite que voltemos à planta original de Deus para o homem.
Além das passagens nos evangelhos, há mais dois textos no Novo Testamento que falam sobre o divórcio. Romanos 7.1-3 descreve o regime ordinário (casamento sem opção de divórcio), embora seja mais uma alegoria da vida espiritual do que uma afirmação doutrinária. Em 1 Coríntios 7, antes de falar sobre outras situações no casamento, Paulo define o padrão que Deus espera dos cristãos nos versículos 10 e 11.

O Regime da Exceção
Quem já estudou alguma coisa sobre divórcio no Novo Testamento sabe que no evangelho de Mateus encontra-se a famosa cláusula de exceção, que não consta na resposta de Jesus nos outros dois evangelhos. “Eu, porém, vos digo: Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra, comete adultério…” (Mt 19.9).
Deus não planejou o divórcio quando criou o casamento. Entretanto o pecado entrou e trouxe infidelidade, egoísmo e destruição para o casamento. Moisés permitiu (não ordenou, como disseram os fariseus) o divórcio por causa da dureza dos corações, dureza essa que existia mesmo entre o povo escolhido de Deus (Mt 19.8). Da mesma forma, Jesus admitiu uma exceção ao padrão perfeito e original de Deus, mas deixou claro que era uma exceção muito limitada. Com isso, possivelmente estivesse concordando com a escola rabínica de Shamai e condenando a interpretação liberal de Hillel. Quanto ao padrão normal do casamento, Jesus reafirmou o propósito original de Deus antes do pecado; quanto à possibilidade de quebra da aliança por causa do pecado, concordou com a lei de Moisés, que permitia divórcio somente no caso de impureza, mas rejeitava as interpretações distorcidas dos liberais.
Embora para Deus a aliança do casamento tenha natureza indissolúvel (“tornando-se os dois uma só carne”), Jesus reconheceu que existem atos tão sérios que chegam a quebrar a aliança. É importante, porém, tratar este assunto com muita responsabilidade e temor de Deus, pois não é qualquer situação que pode ser enquadrada no “regime da exceção”. Em toda a Bíblia, seja em relação ao divórcio no sentido literal, seja em relação ao sentido figurado de quebrar nossa aliança com Deus, esse assunto é tratado com a mais séria gravidade. Deus odeia toda e qualquer violação de aliança (Ml 2.16).

Regime Misto
Em 1 Coríntios 7, depois de referir-se ao regime ordinário que é sempre o ponto de referência para qualquer discussão sobre o assunto, Paulo diz: “Aos mais digo eu…” (v.12). Em outras palavras, ele vai tratar de uma situação não coberta pelo regime ordinário, um caso especial. São os casamentos mistos, entre um cônjuge convertido e um não-convertido.
Alguns cristãos achavam que não podiam manter sua aliança de casamento com o cônjuge não-cristão. Entretanto Paulo afirma que em tais casamentos mistos o cônjuge cristão nunca deve tomar a iniciativa para abandonar o casamento; pelo contrário, deve fazer tudo possível para mantê-lo a fim de “santificar” o cônjuge não-convertido e os filhos.
Se, porém, o cônjuge não-convertido resolve ir embora, o cônjuge cristão não ficará sob jugo de condenação nem sob “servidão”, pelo fato de não ter sido a causa do rompimento da aliança. Para muitos estudiosos, teríamos aqui uma segunda “exceção” na indissolubilidade do casamento. De qualquer forma, Paulo está descrevendo uma situação não prevista nas palavras de Jesus nos evangelhos.

Aplicação
Muitos erros são cometidos por tratarem-se todos os casos de forma igual. Se você tratar um caso de exceção somente com os versos do regime ordinário, você estará fazendo um uso equivocado dos versos onde aparece o regime ordinário, não importa em qual livro esteja escrito na Bíblia. Podemos ter todos esses versos marcados, porém não se aplicam no caso de exceção; aplicam-se a todos os demais casos onde não se requer a exceção. Do contrário, a exceção não seria a exceção.
Se você aplicar o regime ordinário onde o Senhor disse: “salvo neste caso”, então você estará passando por cima do Senhor Jesus, colocando uma carga mais pesada do que o próprio Senhor colocou. Porque o Senhor Jesus, sim, estabeleceu uma exceção que você está ignorando.
Por outro lado, é importante ressaltar que a exceção não significa que a pessoa esteja obrigada a repudiar ou a divorciar; pode perdoar. Não é uma ordem, é uma permissão, que em nada revoga o desejo prioritário e fundamental que Deus tem de preservar, sempre que possível, o casamento.
Também é importante enfatizar que a existência de uma exceção não abre as portas, como fazia o rabino Hillel, para permitir o divórcio por qualquer motivo. Existe uma exceção, sim, que não é obrigatória (pois mesmo nos casos cobertos pela exceção, o casamento ainda pode ser preservado pela graça de Deus), e é bem restrita: somente no caso de fornicação (relações sexuais ilícitas) é que um cônjuge pode repudiar o outro. Qualquer outro motivo, segundo Jesus, é causa de adultério, tanto para quem repudia como para quem casa com o repudiado.

http://padom.com.br/divorcio-e-novo-casamento-os-quatro-regimes-de-divorcio-na-biblia/
Obs. Resumido e adaptado de um artigo que pode ser lido em sua totalidade, acessando o site www.revistaimpacto.com.
Gino Iafrancesco Villegas vive em Teusaquillo, Bogotá, com sua esposa Mirian; tem sete filhos e uma neta. Ministra a Palavra na Colômbia e também em igrejas e conferências em outros países, inclusive no Brasil, desde 1978. É autor de vários livros e algumas de suas obras podem ser encontradas em seus blogs: http://es.netlog.com/giv1, em português, e http://exegiv.zoomblog.com/, em espanhol.
por Gino Iafrancesco Villegas

Desafio para jovens sobre obediência às autoridades

“Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”(Hebreus 5:8) Uma das lições básicas que Deus quer que todo jovem aprenda é saber viver sob as autoridades que Ele mesmo estabeleceu (Rom.13:1) Um dos personagens bíblicos que mais ilustra isso é o rei Josias.

Ele foi um dos mais brilhantes e destacados reis de Israel, a ponto da Bíblia dizer que “depois dele nunca se levantou outro igual” (II Reis 23:25). Já no início de sua vida ele começou a sobressair-se das demais crianças. Com apenas oito anos já reinava em Jerusalém (II Cron.34).

Fico pensando que, se estivéssemos sob autoridade de um governante de oito anos de idade, estaríamos todos chupando pirulito!! O que transformou esse menino em um monarca tão produtivo e marcante está revelado em II Cron. 34:2 “Fez o que era reto perante o Senhor… e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda”. Aqui estão algumas evidências do sucesso de Josias frente ao povo de Israel: no oitavo ano de seu reinado, com dezesseis anos de idade, começou a buscar o Deus de um de seus antecessores – Davi. A palavra “buscar” usada no versículo três significa: “procurar conhecer ao Senhor diligente e cuidadosamente”, isto é, ele deu prioridade à leitura, meditação e obediência à Palavra de Deus. Aos vinte anos de idade Josias iniciou uma campanha para purificar Judá e Jerusalém, a fim de acabar com a idolatria da nação.

Seu compromisso com Deus era muito sério e sem temores ou dúvidas. A Bíblia diz que, resolutamente, ele: “…derrubou, despedaçou, quebrou, reduziu a pó”, terminando com todos altares, postes ídolos e imagens das cidades (II Cron.34:4 – 7). Isto, com vinte anos de idade!. Mas ele fez ainda mais:

■ restaurou a casa do Senhor (reformou-a) – vers. 10;

■ encontrou o livro da lei – vers. 15;

■ fez aliança com Deus de que obedeceria seus mandamentos, bem como todo povo de Israel –vers. 31,33. Fiquei tão abismado com as atitudes amadurecidas de Josias que, baseado nisso, cheguei a aferir: “Seu pai e avô devem ter sido homens irrepreensíveis!”. Mas…que engano! Vejamos em primeiro lugar, seu avô Manasses. Em II Cron. 33:1, 2, lemos que Manasses reinou cinqüenta e cinco anos em Israel – “e fez o que era mau perante o Senhor”. Realmente seu reinado foi desastroso:

■ vivia segundo as abominações dos gentios;

■ tornou a edificar altares a outros deuses;

■ queimou seus filhos como oferta;

■ praticava feitiçaria e consultava necromantes e feiticeiros;

■ colocou na casa de Deus uma imagem de escultura do ídolo que ele mesmo esculpiu. Vamos agora, ao pai de Josias, Amon. Ele reinou em Jerusalém por dois anos e “fez o que era mau perante o Senhor, como fizera Manasses seu pai” (II Cron.33:22). Por não ter sido humilde, por não ter reconhecido que prejudicou o reino, “conspiraram contra ele os seus servos e o mataram em sua casa”. (Vers.24). É provável que o menino Josias tenha sido um dos expectadores dos desmandos do seu pai; talvez até mesmo tenha presenciado sua morte. Como alguém, tendo um passado assim, pode tornar-se uma pessoa de tanto valor, comprometida com Deus, desempenhando um governo tão responsável? Existem dois possíveis segredos que podemos observar na vida desse jovem rei. O primeiro está em II Cron. 22:1: “Tinha Josias oito anos de idade quando começou a reinar, e reinou trinta e um anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Jedida…” Geralmente, nas genealogias dos reis a mulher não é mencionada. Aqui, ela é destacada. Seu nome significa “amada de Jeová”. Creio que esta santa mulher exerceu uma influência extremamente benéfica nos primeiros anos da vida e do reinado de seu filho. E foi exatamente nessa época que Josias aprendeu a submeter-se à autoridade de seus pais, habituando-se, desde cedo, a buscar e honrar o Senhor. O segundo segredo da vida do rei Josias é comentado em II Cron. 23:25: “ Antes dele não houve rei que lhe fosse semelhante que se convertesse ao Senhor de todo o seu coração e de toda a sua alma e de todas as suas forças, segundo toda a lei de Moisés; e depois dele nunca se levantou outro igual”. Gostaria de recordar que o jovem Josias tinha apenas dezesseis anos de idade e era submisso à liderança da Palavra de Deus em sua vida. Pai, desenvolva na mente e no coração de sues filhos a disposição para obedecerem às autoridades impostas e o hábito de lerem, meditarem na Palavra, a fim de praticá-la. Filho, resolva buscar ao Senhor, perceba que isso é a melhor coisa que você poderá fazer. Lembre-se também que “as outras coisas vos serão acrescentadas”! Quero desafiá-lo a ter uma vida como a de Josias. Para isso, é necessário, como ele, conhecer e cumprir estes dois segredos:

■ obedecer as autoridades, pois Deus as usa em sua vida;

■ sujeitar-se ao Senhor Deus e à sua Palavra.

Jaime Kemp